Quase terminando mais um ano. 2015 passou voando e carregado de acontecimentos, uns bons outros ruins mas, principalmente, apontando para a necessidade de uma nova etapa na construção de uma sociedade mais justa e mais humana. O Artificis, mais uma vez, prepara mimos para preencher o final de ano com um pouco de carinho e arte. São os CALENDÁRIOS ARTIFICIS, elaborados com cuidado artesanal e com edição limitada. Enquanto trabalhava na confecção de imagens, cortes e montagem desses pequenos livros do tempo, eu pensava sobre o significado desta "marcação" de tempo, artificial e ritmada, que rege nossas vidas e denomina o passar dos dias. O texto a seguir é uma tentativa de resumir informações e juntar num espaço único algumas curiosidades encontradas na internet sobre o termo CALENDÁRIO. Boa leitura, amigos. Logo após o texto, você vai encontrar fotos e informações sobre os calendários produzidos aqui no Artificis e já à venda.
CALENDÁRIO – CONCEITO / CURIOSIDADES
Em qualquer
dicionário encontramos a palavra Calendário definida como um sistema para contagem e
agrupamento de dias que visa atender, principalmente, às necessidades civis e
religiosas de uma cultura. A palavra deriva do latim calendarium ou livro de registro, que por sua vez
derivou de calendae, que
indicava o primeiro dia de um mês romano. As unidades principais de agrupamento
são o mês e o ano.
C. gregoriano (O calendário
usado no mundo ocidental) é uma modificação do calendário juliano estabelecida
pelo Papa Gregório XIII, pela qual se suprimiram dez dias do ano de 1582 e os
anos finais de século passaram a ser contados como anos bissextos somente
quando divisíveis por quatrocentos.
C. juliano (substituído em
1582 pelo calendário gregoriano) é aquele pelo qual, sendo o ano astronômico de
365 dias, 5 horas, 48 minutos e 6 segundos, se contavam, em cada quatro anos
civis, três anos comuns com 365 dias e um ano bissexto ou com 366 dias.
No ocidente, o calendário juliano, baseado em anos foi o adotado. Ele
numera os dias dentro dos meses, que são mais longos que o ciclo lunar, por
isso não é conveniente para seguir as fases da Lua, mas faz um trabalho melhor
seguindo as estações. Infelizmente, o ano tropical da Terra não é um múltiplo
exato dos dias (é de aproximadamente 365,2422 dias), então lentamente cai fora
de sincronia com as estações. Por essa razão, o calendário gregoriano foi adotado mais tarde na maior parte do ocidente.
A
unidade básica para a contagem do tempo é o dia, que corresponde ao período de tempo entre dois eventos
equivalentes sucessivos: por exemplo, o intervalo de tempo entre duas
ocorrências do nascer do Sol, que corresponde, em média, a 24 horas.
O mês lunar corresponde ao período de tempo entre duas lunações, cujo
valor aproximado é de 29,5 dias.
O ano solar é
o período de tempo decorrido para completar um ciclo de estações (primavera, verão, outono e inverno). O
ano solar médio tem a duração de aproximadamente 365 dias, 5 horas, 48 minutos
e 47 segundos (365,2422 dias).[2] Também
é conhecido como ano trópico. A
cada quatro anos, as horas extras acumuladas são reunidas no dia 29 de Fevereiro,
formando o ano bissexto, ou seja, o ano com 366 dias.
Os calendários antigos
baseavam-se em meses lunares (calendários lunares) ou no ano solar (calendário
solar) para contagem do tempo.
Antes
de Júlio César criar (com a ajuda do astrônomo Sosígenes) o calendário dito juliano, os romanos tinham
meses lunares, que começavam em cada lua nova. No primeiro dia da lua nova,
chamado dia das calendas - “calendae”, um dos pontífices
convocava o povo ao Capitólio para
informar as celebrações religiosas daquele mês. O pontífice mencionava um por
um os dias que transcorreriam até as nonas,
repetindo em voz alta a palavra “calo”, eu chamo.[3]
Em
nossa língua portuguesa, até o século XIII, a palavra calendas era empregada,
no entanto, para denominar o primeiro dia de cada mês e calendário a lista dos
dias do ano com suas correspondentes festividades religiosas. O calendário dos gregos
não tinha calendas, e assim os romanos conceberam a expressão “Ad calendas
graecas”, para as calendas gregas, para referir-se a algo que não iria ocorrer
nunca.
Os calendários em uso
na Terra são frequentemente os lunares, solares, luni-solares ou arbitrários.
O Calendário
lunar é sincronizado com o movimento da Lua; um exemplo disso é o calendário islâmico. Um calendário lunar é aquele no qual os dias são numerados dentro de
cada ciclo de fases da Lua. Como o comprimento do mês lunar não se
encaixa em um divisor exato dentro do ano tropical, um calendário puramente
lunar rapidamente se perde dentro das estações. Os calendários lunares
compensam isso adicionando um mês extra quando necessário para realinhar os
meses com as estações.
O Calendário
luni-solar é sincronizado com ambos os movimentos do Sol e da
Lua; um exemplo é o calendário hebraico.
Calendário arbitrário não é sincronizado nem com o Sol nem com a Lua. Um
exemplo disso é o calendário juliano usado por
astrônomos.
Há alguns calendários que parecem ser sincronizados com o movimento de Vênus, como o calendário egípcio; a sincronização com
Vênus parece ocorrer principalmente em civilizações próximas ao equador.
Praticamente todos os sistemas de calendário utilizam uma unidade
coloquialmente chamada de ano, que se aproxima do ano tropical da Terra, ou seja, o tempo que leva um completo ciclo de estações, visando facilitar o planejamento de atividades agrícolas.
Nas Américas
O Calendário
Asteca, também conhecido como Pedra
do Sol, é o calendário utilizado pelos astecas, povo que habitou a região do México até meados do século XVI. Este calendário era baseado no ano solar, assim possuindo 365 dias.
"Aztec
calendar" por Unnamed Pre-Colombian Mexica artists of the 15th century.
Keepscases modified it into . - 15th century Aztec "Sun Stone"
sculpture, made into a diagram by the uploader. Obra do
próprio. Licenciado sob CC BY-SA 3.0, via Wikimedia Commons - https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Aztec_calendar.svg#/media/File:Aztec_calendar.svg
O calendário maia é um sistema de calendários e almanaques distintos,
usados pela civilização maia da Mesoamérica pré-colombiana, e por algumas comunidades maias modernas dos planaltos da Guatemala.
Estes calendários podem ser sincronizados e interligados. Suas
combinações dão origem a ciclos adicionais mais extensos. Os fundamentos dos
calendários maias baseiam-se em um sistema que era de uso comum na região,
datando pelo menos do século VI a.C. Têm muitos aspectos em comum com calendários empregados por outras
civilizações mesoamericanas anteriores, como os zapotecas e olmecas, e algumas civilizações suas contemporâneas ou posteriores, como o dos mixtecas e o dos astecas. Apesar de o calendário
mesoamericano não ter sido criado pelos maias, as extensões e
refinamentos por eles efetuados foram os mais sofisticados. Junto com os dos
astecas, os calendários maias são os melhores documentados e compreendidos.
Mais informações em:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Calend%C3%A1rio_maia
Modelos à venda - Calendários 2016
![]() |
| Modelo Bloco - impressão em papel couché, 220g, PB - 10,5 cm x 14,5cm (fechado) - Numerados e assinados - R$25,00. Opção em Agenda, com páginas para notas - ainda em estudo |
![]() |
| Modelo com bolsos - idem acima |





Comentários