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É terceira tentativa de escrever alguma coisa para esta postagem. Após um dia em que coisas estranhas aconteceram, estranhas e desagradáveis, parece que as idéias ficam encarceradas em algum cantinho do cérebro, com medo de aparecer. Quando a vida teima em desmontar nossas defesas, pensamos que ficando em silêncio as coisas ruins não nos encontrarão. Então fica difícil sair da toca e assumir os riscos. Penso na fragilidade da existência. Penso nos erros que cometemos, nos julgamentos que teimamos em fazer, mesmo tendo consciência de que não somos habilitados para tal, e no quanto os fatos da vida nos cobram uma outra atitude. É preciso revisar conceitos e preconceitos, reavivar a tolerância e o respeito pelas diferenças e limites de cada um. Hoje aprendi uma dura lição e só posso rezar, apesar da pouca fé que tenho, para que estes fatos ruins sejam apenas um susto e que amanhã o dia seja claro e tranquilo. Hoje não sei falar de arte, amanhã...quem sabe?

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