Nosso primeiro trabalho foi um cenário para a Escola de Ballé Maria Cristhina Futuro, em 1990. Éramos quatro para enfrentar o desfio de um cenário para o Palco do Salão de Atos da PUC/RS: Gecilda Steigleder; Jane m> G. Becker; Marly Diniz e Tania Cola. Com inspiração na Floresta Amazônica, foram preenchidos 9mx6m de fundos de palco mais seis coxias com pintura acrílica sobre imagens da floresta. O trabalho durou 3 meses. e o resultado pode ser visto na foto abaixo. Em 1991 retomamos o cenário para a mesma escola de dança, com o tema "Fundo do Mar", no mesmo palco. Foram experiências muito interessantes que mostraram a importância da integração entre diversas artes na montagem de um espetáculo, desde a parte gráfica, passando pela iluminação, figurinos e dança, que é o foco principal. Nosso grupo de artistas dispersou e não repetimos a experiência, mas a apredizagem foi muito significativa.
Criar um livro que não lê mas vê. Sempre que inicio um livro de artista começo questionando esse termo. Na minha concepção de desse tipo de obra, o termo adequado seria LIVRARTE. Livre, livro, livrar, voar na arte. Este pequeno "livrarte" surgiu da ideia de voo. Não um voo qualquer, mas aquele voo que sonha. Aquele voo que um dia acontece, mesmo que seja numa outra forma. Quem mais representa isto do que uma borboleta, o símbolo da renovação, ou do renascimento? Livre para escolher a forma, veio a angústia de formatar leveza e liberdade atreladas a um livro. Encontrei do formato pop up a solução apropriada para voar. Foi um voo incerto, tímido, ainda preso a um fita, mas voei com a persistência do "gusano" dessa lenda belíssima que compartilho com vocês. "LA FUERZA DE LOS SUEÑOS" Había una vez un gusano que se había enamorado de una flor. Era por supuesto, un amor imposible, pero el animalito no quería seducirla ni ...
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